quarta-feira, 2 de junho de 2010

Me rendi


É.... me rendi... entrei no Twitter...

Então, quem quiser me seguir por lá: http://twitter.com/ericohaller

Forte 4 a todos!!!

domingo, 25 de abril de 2010

Pensamentos... Postagens... Enrolação?!?!?!?!

Tinha prometido que iria fazer mais postagens, no sentido de ter um compromisso diário comigo mesmo.

Iria tentar fazer disso aqui um canto para aliviar as tensões e falar (apesar de escrever) as coisas que me incomodam e, assim, ter uma válvula de escape.

Mas, parece que nos últimos tempos, e os últimos resultados, vêm me fazendo sentir um desânimo absurdo. Claro que faz parte do jogo. Mas, pra quem me conhece, isso não chega a ser nenhuma novidade. Afinal, parece ser uma coisa mais forte que eu essa expectativa que eu crio a cada nova coisa.

Enfim, vamos pra mais uma semana. E, dessa vez, com a expectativa mais em alta que nunca.

Abraços... por enquanto... novamente...

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Um dia a mais ou um dia a menos?!?!?!

Os dias vão passando e não sei, sinceramente, se digo que foi um dia a mais, em termos de experiências aprendidas, ou se foi um dia a menos, em termos do limite da minha paciência.

Sinceramente os dias vão passando e as coisas vão fazendo cada vez menos sentido nessa merda.

A vontade de fazer algo é grande. Maior do que qualquer um pode imaginar. Não aguento mais ficar em casa e não fazer aquilo que mais gosto de fazer.

Mas, a continuar assim não sei... mesmo... no momento está caminhando para um belo e sonoro "que se foda o avião, pois não sou o piloto e não tenho que levar essa merda até o ponto final!!!"

Abraços... por enquanto... no entanto...

terça-feira, 6 de abril de 2010

Empresas de RH x Século XXI

Dando continuidade à minha higiene mental diária falemos sobre as empresas de RH.

Não entendo essa porcaria.

O mundo inteiro se diz evoluindo, mas ainda continuando fazendo coisas que nossos avós faziam. A única diferença é que hoje em dia, diferentemente dos tempos de outrora, as empresas não querem assumir responsabilidade nem pela escolha de seus próprios funcionários. Aliás, desculpe-me pela falha, colaboradores.

Parênteses: Não entendo porque de tanta papagaiada com nomes. Por quê não chamar de funcionário ou empregado? Afinal a pessoa quando está trabalhando tem ou não função ou emprego? Então, porra, chama de empregado ou funcionário, cacete. Fim do parênteses.

Mas, voltando ao assunto, o que há de errado em fazer a seleção de seus próprios empregados?

Qual é dessa mania de mandar pra uma empresa de RH, onde quem faz a porcaria da seleção é um psicólogo, que não entende necas do trabalho a ser executado, ao invés de arrumar um trabalho para aquele bando de desocupados do RH da própria empresa e colocar o futuro chefe do cara pra fazer a merda da entrevista?

Quem está procurando um emprego não tem que ficar achando bonitinho ir de empresa em empresa, fazendo testes e mais testes, dos mais escrotos possíveis e imagináveis, passar por entrevistas com "profissionais de RH" que não entendem do trabalho futuro do candidato e não conseguir chegar ao que interessa, ou seja, conversar com quem realmente será seu chefe e que entende do trabalho a ser executado no dia-a-dia.

Enfim, essa mania de terceirização está enchendo o saco cada vez mais...

Abraços

Chove chuva

E cá estamos em mais um dia de chuvas intensas na cidade magavilhosa.

Impressiona como ainda tem otário nesse mundo pra deixar essa porcaria (pra não dizer coisa pior dessa josta) ser sede de eventos esportivos mundiais.

Estamos a 4 anos da Copa do Mundo e a 6 de sediar os Jogos Olímpicos.

Muito se fala no que precisa ser feito para deixar a cidade efetivamente apta a receber tais eventos, mas fazer obra, em especial para melhorar a vida dos babacas que aqui residem, que é bom, picas.

Mas, fazer o que também? Dizem que Deus é brasileiro. Então, se assim o for São Pedro, coitado, que é só santo, vai ter que obedecer à chefia e aliviar o Brasil na época dessas coisas aí de cima.

E aí ficam contando com isso e nada de se melhorar a cidade. A única coisa que anda bem são os acordos políticos. Afinal, todos têm que assegurar sua teta nessa festa inacabável de distribuição farta de dinheiro, chamada PAC.

A continuar assim ao menos teremos um lado positivo: nunca na história desse país a indústria naval será tão acionada. Também, para fazer barco pra tanta gente, vamos precisar de muitos estaleiros funcionando.

Brazil-zil-zil-zil

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Merchan

Como a coisa tá difícil da maneira convencional, então estou exercitando um pouco meu lado empreendedor.

AMEP - Agência Marítima e Portuária - Como Gerente de Reparos - Com foco em serviços portuários em Arraial do Cabo e gerenciamento de serviços de reparos.

KristalVUE - Representante no Brasil - Com foco em fornecer soluções de software as a service, tornando disponíveis planos e manuais de embarcações online para acesso em qualquer parte do mundo a qualquer hora.

Abraços

Ta difícil

Tenho tentado com todas as forças, e mais um pouco, nos últimos tempos, voltar ao mercado de trabalho.

Aparentemente não deveria ser difícil, afinal o Tio Dedinho (ou sem dedinho) garantiu que o Brasil está crescendo e, mais que isso, que as indústrias naval e do petróleo estão cada vez mais precisando de gente para trabalhar.

Pois é. Mas, na realidade as empresas nesse país parecem ser de outro mundo. Pois, independentemente de quanto precisem de pessoal, não contratam quem sabe fazer o trabalho, mas sim quem tem uma merda de papel de pão escrito "Engenheiro". Nada contra quem o é, mas o fato de ter uma porra dum papel lhe dando o título não significa que o cara sabe trabalhar.

O mais engraçado é que, por vezes, nem mesmo os engenheiros estão sendo contratados, afinal as empresas que operam nesse país parecem com os agricultores: só produzem se souberem, antes de plantar a primeira semente, quando irá chover, quando haverá seca, quando e quanto irão colher e, principalmente, por quanto irão vender sua safra. Assim é mole, mas é assim que as figuras querem. E só entram no jogo se está for sua regra.

Enfim, como disse, esse aqui é meu cantinho terapêutico. Quem não gostou dos posts: abraços e a porta da rua é serventia da casa!!!

O Brasil está crescendo e gerando empregos!!! E eu acreditei.... eu acreditei...

Pra quem ainda não entendeu

Pra quem ainda não entendeu: eu mesmo ainda não consegui entender ao certo o que se passou comigo de Junho/Julho de 2009 em diante.

O fato é que muitas coisas mudaram e foram mexidas em minha cabeça.

Lidar com tudo isso tem sido algo novo e, por muitas vezes, difícil.

Poucas vezes em minha vida me senti tão perdido como me senti quando tudo começou.

Aos poucos, certamente, tenho voltado a entender que preciso de coisas as quais estou acostumado, como trabalhar, para tentar colocar as coisas em seu lugar e, quem sabe, começar a entender o porque disso tudo ter acontecido.

O fato é que, como já disse, as coisas não acontecem a toa.

Por certo entenderei um dia, com certeza, o porque ter tido tantas coisas acontecendo ao mesmo tempo.

Mas, em verdade, elas aconteceram com um propósito, talvez, ou principalmente, para que os acontecimentos do dia-a-dia, do corre-corre do trabalho, não servissem de primeira desculpa para os sintomas que aconteceram e, com isso, encobrissem a perspectiva da busca das respostas.

Enfim, cada dia trás um pouco mais de conhecimento e vai nos levando a descobrir um pouco mais daquilo que tanto queremos... vamos lá!

Um ano pesado

Esse último ano foi "pesado".

Creio que, mesmo sabendo que poderia ser muita coisa, as mudanças que projetei para o ano passado, e que impactariam pro resto da vida, pareciam ser muito boas.

Porém, como só a vida sabe nos mostrar, talvez o fato de achar que era bom não necessariamente refletiu como algo bom na prática. Ao menos da maneira como a maioria poderia pensar e concluir.

Ao abrir mão de algumas coisas, dentre elas o fato de deixar de ser solteiro e deixar de trabalho, não percebi o quanto isso na verdade iria mexer com minha cabeça e, principalmente, o quanto deveria ter me preparado para assumí-los como realidades em minha vida.

Em menor escala acredito ter ficado o fato de deixar de ser solteiro. É fato que o ato de começar uma vida de casado tão inesperadamente pode ter tido uma série de pontos negativos, mas em verdade já vivia um pouco dessa vida já de muito.

Em maior escala, e esse sim creio ter sido um ponto muito forte dentro de tudo o que se desencadeou ao longo desse ano, o fato de ter deixado meu trabalho foi algo para a qual esperava acontecer, uma vez que fui anunciando muito antecipadamente de meu pedido de demissão, foi algo que mexeu muito comigo. E mexeu nas mais diversas maneiras, mas creio que em especial no fato de deixar algo que gosto de fazer e ter tido minha renda cortada a um nível muito inferior.

Não posso dizer que tudo foi negativo, afinal creio que tudo acontece a seu tempo e que essa sequência de acontecimentos pode ter sido fundamental para que percebesse algumas coisas, que se estivesse trabalhando fatalmente iria confundir com stress do dia-a-dia do trabalho, e que começo a acreditar, ou vou progessivamente acreditando mais (essa cabeça de raciocínio lógico por vezes acaba por me prender a não aceitar tão facilmente algumas coisas) em certos aspectos que devo trabalhar melhor em mim... não só fisicamente (estava indo tão bem na academia quando tudo aconteceu), mas também em outras "disciplinas", dentre elas meu lado espiritual.

Estudar é preciso e devagarinho vou tentando me melhorar... vamos lá!

Voltando aos fundamentos...

Resolvi postar esse texto, pois creio que desde que comecei a ter a idéia de criar um blog, antes de qualquer coisa, tinha, ao menos um pouco, em mente o fato de começar a criar o hábito de escrever sobre o dia-a-dia e acontecimentos acessórios a ele, uma vez que creio ser mais fácil fazer assim a ficar conversando com alguém (sei que seria legal ir a um psicólogo, mas vamos um passo de cada vez)

Com isso, venho aqui escrever esse texto para que fique como um novo primeiro passo.

E, a partir de agora, irei procurar, realmente, postar textos novos periodicamente r fazer disso um exercício para mim mesmo.

Vamos lá...